A bebida oficial do treino.
Existimos para que você treine e continue treinando. Todo dia, por mais difícil que seja.
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O que esta apresentação mostra
- 01Contexto de mercado
O tamanho da categoria, os hábitos de quem treina, os concorrentes e o espaço que ninguém ocupa.
- 02Posicionamento
Por que a marca existe, onde ela vai jogar, para quem fala, no que acredita e o que combate.
- 03A marca
Como ela se comporta: ritual, personalidade, tom de voz, quem somos, manifesto e frases.
Contexto de mercado
Antes de definir a marca, olhamos para o mercado: quanto ele vale, como as pessoas estão mudando de hábito, como os concorrentes se comunicam e onde está a oportunidade.
Uma das categorias que mais crescem no mundo
Mercado global de eletrólitos em pó em 2025, com projeção de US$ 12,9 bi em 2033, crescendo 8,9% ao ano.
Participação da dose única (uma porção individual por uso) no mercado de eletrólitos em pó. É exatamente o formato do sachê.
Participação das versões com sabor. O sabor é o que faz a pessoa usar todo dia.
Liquid I.V., da Unilever, virou marca bilionária em 2025 e é a referência mundial da categoria. Chegou ao Brasil em agosto de 2025.
A categoria cresce rápido e o formato que lidera é o nosso. Estamos entrando num mercado em expansão, com o produto no formato certo.
Grand View Research (2025) · Unilever (resultados 2025) · Entrepreneur (jan/2026)
No Brasil, a categoria está nascendo e os grandes já chegaram
Tamanho da nutrição esportiva (suplementos para quem treina, como whey, creatina e eletrólitos) em 2024, com projeção de cerca de R$ 9,6 bi em 2028.
Ano em que os eletrólitos em pó começaram a ganhar forma no país. Ainda não existe um número oficial do tamanho dessa categoria.
Crescimento mensal da Liquidz, criada no fim de 2023. Já passou de 1 milhão de sachês vendidos.
Brasileiros não atingem a hidratação ideal, segundo pesquisa da Unilever. 33% já deixaram de aproveitar um exercício por causa disso.
Unilever trouxe a Liquid I.V., a Três Corações tem a Jungle e o Grupo LIVE! lançou a Welz. Grandes grupos aceleram a educação do consumidor e aumentam a disputa.
Euromonitor via Bloomberg Línea · A Gazeta (out/2025) · NeoFeed · Unilever Brasil
O país ganhou academias, mas não ganhou constância
O Brasil é o segundo país do mundo em número de academias: 62.718 em 2025, 170% a mais que em 2015.
Dos adultos nas capitais praticam atividade física no tempo livre. O índice está parado desde 2018.
Praticantes de corrida no país, um público que investe no esporte.
dos novos alunos de academia desistem antes de três meses.
Menos de 4% continuam por 12 meses seguidos, e o cancelamento anual fica entre 40% e 50%. Esse é o dado que dá origem ao nosso território.
Panorama Setorial Fitness Brasil 2025 · Vigitel 2006–2023 · CartaCapital (estudo com 5.240 frequentadores) · A Gazeta
Do isotônico com açúcar para outra hidratação
Brasileiros optam por alimentos com menos açúcar. Nas classes A e B, mais da metade.
Participação dos refrigerantes sem açúcar entre 2023 e 2025. O Brasil é o maior mercado de Coca-Cola Zero do mundo.
Queda nas vendas de açúcar entre o 1º trimestre de 2022 e o de 2026.
O isotônico tradicional, doce e associado ao futebol, virou a referência a ser superada. Quase toda marca nova se define em oposição a ele, com mais eletrólitos e menos ou nenhum açúcar.
A hidratação deixou de ser beber algo doce depois do esporte e passou a ser repor minerais sem açúcar, no dia a dia e no treino.
Worldpanel by Numerator, 3º tri 2025 · Coca-Cola FEMSA via Mercado & Consumo · Scanntech
Os números da categoria mostram o tamanho do mercado. Os números do treino mostram onde está a oportunidade de marca.
Tendências do setor
- →Do açúcar para a hidratação sem açúcar
As marcas novas já nascem zero açúcar.
- →Menos açúcar, mais magnésio
O magnésio aparece cada vez mais nos produtos novos.
- →O sachê como formato dominante
Puxado pela praticidade, pela dose certa e pela venda online e por assinatura.
- →Grandes grupos entrando
Multinacionais e grupos de alimentos e moda ocupam a categoria.
- →A permanência como desafio do fitness
Academias crescem, mas não conseguem manter o aluno depois da matrícula.
Todas as marcas falam do que tem dentro do sachê. Nenhuma fala de quem bebe.
A comunicação da categoria gira em torno da fórmula: miligramas de sódio, tipo de magnésio, água de coco, vitaminas, zero açúcar. Quando saem da fórmula, as marcas seguem dois caminhos: a alta performance (atletas e provas) ou o bem-estar diário (muitas vezes vendido pelo medo da desidratação).
Organizamos os concorrentes em quatro grupos, de acordo com o território que cada um ocupa na comunicação.
Onde disputam: fórmula mais forte, atleta e prova.
O que falta: a pessoa comum que luta para manter o treino.
Onde disputam: hidratação como hábito de saúde.
O que falta: o ritual é do produto, não do treino.
Onde disputam: autoridade médica e farmácia.
O que falta: ligação emocional com quem vai treinar.
Onde disputam: significado e cultura pop.
O que falta: constância como razão de existir.
Cada marca em uma linha
Toda a categoria vende hidratação. A gente vende continuar.
O mapa posiciona cada marca em dois eixos. Na horizontal, se ela fala de uso no dia a dia ou de uso no treino. Na vertical, se a comunicação é mais racional (fórmula, miligramas, saúde) ou mais emocional (significado, identidade, propósito).
- 1Liquidz
- 2Dobro
- 3Dux
- 4Z2
- 5Jungle
- 6Welz
- 7Liquid I.V.
- 8True Source
- 9Equaliv
- 10Rehidrat
- 11Água na Caixa
As marcas de performance estão no treino, mas falam de forma racional. As de bem-estar e saúde ficam no dia a dia. Welz e Água na Caixa se aproximam do emocional, mas longe do treino. O quadrante emocional + treino está vazio, e é ali que a [MARCA] entra.
Posições são uma leitura estratégica da comunicação pública de cada marca, não dados de mercado.
Onde eles estão
O território que cada grupo de concorrentes ocupa hoje, e o que fica de fora.
A briga da fórmula
Autoridade técnica, mas falam com quem compete, em miligramas.
Hidratação como hábito
Distribuição e campanhas de massa, mas o ritual é o do produto.
Cara de farmácia
Credibilidade médica, mas é o produto de quando se está mal.
Significado sem treino
Constrói significado, mas disciplina é só tema pontual.
A marca do momento do treino, que transforma constância em ritual.
Ninguém ocupa o lugar da água na garrafinha de quem treina, e ninguém enfrenta a maior dor de quem treina: desistir. Com consistência, a marca pode ocupar um lugar inédito na categoria: a bebida oficial do treino.
Posicionamento
O lugar que a marca escolhe ocupar na cabeça das pessoas: por que existe, onde joga, para quem fala, no que acredita e o que combate.
A razão de a marca existir, além de vender. É o que orienta todas as decisões, hoje com o eletrólito e amanhã com outros produtos.
Existimos para que você treine e continue treinando.
Todo dia, por mais difícil que seja. Porque o treino muda vidas, mas só a de quem não para.
O espaço que a marca reivindica no mercado e na vida das pessoas. A declaração de posicionamento resume esse espaço em um parágrafo.
Existimos para que você treine e continue treinando. Todo dia, por mais difícil que seja. Porque o treino muda vidas, mas só a de quem não para. Nosso ponto de partida é a bebida oficial do treino, que repõe o que o suor leva e transforma cada sachê na prova de que você foi. Estamos do seu lado, todos os dias, contra a voz que pede para parar.
O treino
Hoje, quem treina bebe água. A gente ocupa esse lugar na garrafinha: gelada, gostosa, sem açúcar e com os minerais que o suor leva.
O sachê
Rasga, chacoalha e vai. O primeiro gesto do treino. Depois, o gole que lembra por que você está ali e a garrafa vazia que prova que você foi e venceu.
A constância
O treino muda vidas, mas só para quem continua. A marca existe para fazer as pessoas treinarem e seguirem treinando.
O momento de uso do produto encontrou a maior dor de quem treina
Quase todas as marcas entraram pela mesma porta: a do produto. Disputar esse espaço exigiria muito dinheiro para pouca diferença. Por isso, olhamos o mercado por outra ótica: em vez de perguntar o que o nosso sachê tem a mais, perguntamos quando ele faz mais sentido e para quem ele faz mais diferença.
A resposta foi o treino. O eletrólito repõe o que se perde suando, e o melhor momento para tomá-lo é durante o treino. Hoje, nesse momento, as pessoas comuns que treinam só bebem água. Esse lugar não pertence a ninguém.
E quem treina tem uma dor que nenhuma marca enfrenta: a constância. A maioria começa, mas desiste no primeiro dia frio, na primeira dor ou na primeira semana corrida.
A [MARCA] não é só uma bebida para o treino. É uma marca para que o treino aconteça.
A pessoa comum que treina
Quem decidiu treinar, por gosto, por necessidade ou porque sabe que faz bem. Ela é o centro da marca porque vive, toda semana, a luta que a marca existe para vencer: continuar.
Amadora, de academia, corrida, luta, futebol, crossfit ou bike. Já começou e recomeçou mais de uma vez. Classes média e alta, já investe em si e está trocando o açúcar por opções mais saudáveis.
Tornar-se algo: mudar o corpo, deixar a cabeça leve, ganhar saúde, sentir orgulho de si. O resultado é um dos motivos que a fazem continuar.
A constância. Ela para na primeira dificuldade. 63% dos novos alunos de academia desistem antes de três meses.
Com água. No máximo, um isotônico no fim do treino. Nada pensado para o momento do treino.
Uma marca com estética e estilo, que soma à autoimagem dela e diz algo sobre quem ela é. Se a marca dá vontade de mostrar, ela vira parte da identidade.
O atleta de alta performance que escolhe pela miligrama e quem busca hidratação de bem-estar sem relação com o treino. Podem comprar, mas não são o centro da comunicação.
Sinais que já temos
O Brasil é o 2º país do mundo em número de academias, e é onde a evasão é mais medida: 63% desistem antes de três meses.
Cerca de 70% de quem frequenta academia é da Geração Z, e 45% treinam principalmente pela aparência. A academia também é lugar de socializar e se mostrar, o que favorece o ritual de postar o sachê.
Treinam mais pela saúde e pela prevenção, a partir das mudanças que começam por volta dos 30 anos.
Cerca de 15 milhões de praticantes, um público que investe no esporte, mas já disputado pelas marcas de performance.
Jornal da USP · CartaCapital · A Gazeta
O que a pessoa ganha ao escolher a marca. Combina o que o produto faz (funcional) com o que ele significa (emocional e psicológico).
Repõe o que o suor leva e marca cada treino que você cumpre
O funcional dá credibilidade. O psicológico dá a diferença.
1. Gostoso de beber o treino inteiro
Limão, zero açúcar e leve. Servido gelado, ocupa o lugar da água sem perder a refrescância e soma sabor e reposição.
2. Repõe o que o suor leva
Sódio, potássio, magnésio e zinco em uma dose pensada para quem sua. A base funcional que dá credibilidade ao resto.
3. Um ritual que te coloca no modo treino
Rasga, chacoalha e vai. O momento em que o dia fica lá fora. No meio do treino, o gole lembra por que você está ali.
4. Constância que você vê
Cada sachê é um treino feito. O pack que esvazia mostra o progresso. Uma marca que comemora cada treino e te lembra do próximo.
Camadas de benefício
Os benefícios vão do mais concreto ao mais simbólico. Os funcionais justificam a compra. Os outros fazem a pessoa voltar e falar da marca.
Repõe os minerais do suor. Gostoso. Zero açúcar. Prático. Leve para o treino inteiro.
O prazer do gole. O foco do modo treino. O orgulho de ter cumprido.
Constância visível. Recompensa a cada treino. Vencer a voz interna. Identidade de quem treina.
A prova do "hoje teve". Pertencer à comunidade de quem aparece. Sinal de quem leva o treino a sério.
Um sachê, uma garrafinha, um treino
| Por sachê de 5 g | Quantidade |
|---|---|
| Sódio | 500 mg |
| Potássio | 200 mg |
| Magnésio (bisglicinato) | 80 mg |
| Zinco | 2 mg |
| Total de eletrólitos | ≈ 780 mg |
| Açúcar | 0 g |
Sabor limão, adoçado com estévia. Sem glúten e sem lactose. Feito para ser misturado em [500 ml] de água gelada.
Ir além da água sem negá-la
A marca não ataca nem elogia a água. Ocupa o lugar dela no treino, herda a leveza e a refrescância e soma o que ela não tem: sabor, reposição e o significado do treino feito.
A fórmula é razão para acreditar (o argumento que sustenta a promessa), nunca manchete. A comunicação lidera pelo treino, não pelos miligramas.
As crenças que guiam cada decisão da marca, do produto ao post. Quando surgir uma dúvida sobre o que dizer ou lançar, a resposta tem que caber nelas.
- 1Treinar é essencial. É parte da vida, como comer e dormir.
O treino tem lugar garantido no dia.
- 2O treino muda vidas: corpo, cabeça, energia e confiança.
Quem mantém a constância se transforma de várias formas.
- 3Ter um objetivo é legítimo. É ele que tira você de casa.
A marca respeita e incentiva o objetivo de cada um.
- 4Constância vence intensidade. O resultado é a soma dos treinos.
Cada sachê é uma parte dessa soma.
- 5A desculpa sempre parece boa. Por isso ela não passa.
A marca está do lado de quem decide ir mesmo assim.
- 6Todo treino feito conta. Vinte minutos contam; zero minutos, não.
O que importa é ter ido.
Aquilo que a marca combate. Um inimigo claro dá tensão às histórias e coloca a marca do lado de quem treina.
A voz interna que pede para ficar e para parar
Ela é convincente
Nunca fala "desiste". Fala "descansa", "amanhã", "só hoje".
Ela é persistente
Volta todo dia. Quem venceu ontem precisa vencer de novo hoje.
Ela é de todo mundo
Iniciante ou atleta, todo mundo escuta. A gente também.
Como a marca vence a voz
Cada momento do ritual responde a um momento da voz.
Rasga, chacoalha e vai
O gesto que tira a pessoa do sofá. Preparar a garrafinha é o primeiro sim do dia.
O gole
Quando a voz pede para parar, o gole lembra por que você está ali.
O sachê vazio
A prova de que você foi. A voz perdeu hoje.
O pack que esvazia
O progresso visível que responde ao "agora tanto faz".
O inimigo é a voz, nunca a pessoa. A gente também escuta essa voz e fala de igual para igual. A voz é vencida um dia de cada vez, e toda vitória conta.
A marca
Como a marca se comporta no dia a dia: o ritual que ela cria, a personalidade, o jeito de falar, quem ela é e o que ela diz.
O gesto que transforma o uso do produto em um momento com significado. É o que diferencia a marca: o sachê vira parte do treino.
Rasga, chacoalha e vai.
- 1Rasgar e chacoalhar
É virar a chave: a partir daqui, o treino começou.
- 2O gole no meio
É a pausa que te faz continuar quando a voz manda parar.
- 3O sachê vazio
É o treino feito.
A caixa foi feita pra ficar à vista. Cada sachê usado é um check, e ver a caixa esvaziando é ver a sua constância acontecendo. E ela sempre te lembra: o próximo sachê já está esperando o próximo treino.
Cada sachê, um treino feito
O sachê deixa de ser só embalagem e vira prova de constância. Um mecanismo só conecta produto, propósito, conteúdo e recorrência.
Quem treina, consome
Cada treino usa um sachê.
Quem consome, posta
A foto do sachê na garrafinha vira o "hoje teve".
O pack esvazia
O progresso à vista. O pack que termina é uma meta cumprida.
Quem termina, quer o próximo
A recorrência nasce do hábito, e a assinatura acompanha.
O território cresce além do eletrólito. Hoje somos a bebida oficial do treino. Amanhã, tudo o que ajudar a pessoa a continuar treinando, do sono à energia, cabe dentro da mesma marca.
Como a marca seria se fosse uma pessoa. Define o comportamento em tudo: posts, embalagem, atendimento e campanhas.
O motivador real: firme com a desculpa, leal com a pessoa
Direta
Fala a verdade, com argumentos e fatos. Quando a pessoa não vai, lembra do que está em jogo e chama para o próximo. Frases curtas e a linguagem de quem treina.
Parceira
Comemora cada treino, até o de 20 minutos. Cobra porque acredita na pessoa e nunca desiste de quem errou. A cobrança vem com o caminho de volta.
Estilosa
Estética, atitude e identidade. Do sachê ao post, tudo precisa dar vontade de levar, deixar à vista e mostrar.
Comemora cada treino como uma vitória. Lembra do próximo antes que a voz lembre da desculpa. Usa fatos para puxar, nunca culpa. Chama de volta quem sumiu, com firmeza. Fala de igual para igual. Cuida da estética em cada detalhe.
O jeito de a marca falar. O tom fica entre dois extremos: firme o bastante para não passar a mão, respeitoso o bastante para nunca humilhar.
Somos a [MARCA]. A gente existe para que você treine e continue treinando.
Na prática, somos a bebida oficial do treino e a companhia de quem decidiu fazer do treino parte da vida. Estamos na garrafinha, na mochila e na bancada de quem treina, do primeiro ao último gole, em cada treino da semana.
Acreditamos que o treino muda vidas, e que essa mudança é construída um treino de cada vez. Por isso, transformamos cada sachê na prova de que você foi, e cada caixa que esvazia no retrato da sua constância.
Somos diretos como um bom parceiro de treino: comemoramos cada treino feito e lembramos do próximo. Do seu lado, no treino de hoje e no de amanhã também.
O texto que resume a alma da marca em forma de narrativa. Serve de base para vídeos, campanhas, site e embalagem.
Você sabe que treinar faz bem.
Ninguém precisa te convencer disso.
Começar é difícil. Continuar é mais ainda.
Porque tem uma voz que aparece antes de todo treino.
Ela diz que hoje você está cansado. Que está frio. Que amanhã é melhor. Que um dia a menos não faz diferença.
E, quando você vai, ela volta no meio do treino. Avisa que já está bom. Que dá pra pular essa série. Que ninguém vai perceber.
Essa voz sempre tem uma boa desculpa.
E ela não vai embora: precisa ser vencida de novo, todo dia.
A gente sabe, porque também escuta essa voz.
Mas a gente também sabe o que acontece quando se vence essa voz.
O corpo muda, a cabeça muda, a energia vem e a confiança aparece.
Seja qual for o seu objetivo, ele chega.
E nada disso vem de um treino só.
Vem do próximo. E do outro depois dele.
Por isso a gente celebra cada um.
O treino longo e o de vinte minutos.
O treino cheio de energia e aquele em que a voz quase venceu.
A [MARCA] existe pra isso.
Pra estar na sua garrafinha em todo treino.
Pra transformar o primeiro gesto no começo do modo treino.
Pra lembrar, no meio da série, por que você está ali.
Pra fazer da caixa que se esvazia o retrato da sua constância.
Rasga, chacoalha e vai.
Cada sachê, um treino feito.
As frases fixas da marca. Cada uma tem uma função e aparece sempre igual, para virar memória.
Do posicionamento para a marca
Com o posicionamento definido, as próximas etapas dão nome e rosto à marca.
Naming
Criar o nome da marca a partir do posicionamento: critérios, opções e validação.
Identidade visual
Traduzir o posicionamento em logo, cores, tipografia, embalagem, sachê e pack, com uma estética que dê vontade de levar, deixar à vista e postar.
Rasga, chacoalha e vai.
Cada sachê, um treino feito.